marilyn maketh, marilyn taketh awayth

Directed by MIKEY PLEASE

A year in the making, the full six minute stopmotion short features the voice of Josie Long, one zillion hand carved tiny things, literally tens of carved foam puppets, two eye fulls of in-camera, long-exposure light trickery and a pair of tiny dolphins, smooching.

manifesto studium 2018

A forma de abordar um futuro depende, primeiro, do modo como nos abordamos, presentemente.

Constantemente, reposicionando o nosso próprio ser com a certeza da incerteza, na existência da crítica e do percurso, que em si, é por si, o resultado.

Elegantes nas formas, visionários no domínio do conteúdo, transformando a impetuosidade própria de quem tem tanto a dizer. Numa mensagem clara de metodologia e de irrefutabilidade da proposta, da solução.

Proporcionais, na escala e na dimensão. Adequados somente pela desmesurada intensidade deste momento que já não é de trabalho. Envoltos na inquietude que deslumbra quem percebe o que nos move, e assim nos segue.

Dedicados, na humilde arrogância de saber qual o alvo da bitola que desenhamos e sabemos impor a todos, essa mesma que ascende e supera qualquer ato que é, hoje, nada menor que excelente. Rudes, na arrogância humilde de afetar o que nos rodeia com o valor que nasceu de dentro, bem dentro, de nós.

Comparados com a forma própria de ser a cultura, a equipa, a distinção, a entrega, a experiência, a atitude. Essa atitude! Orientados pela solução, encarando o problema como a primeira peça da solução, modular, segmentada, dissecada. Apoiados em tudo o que nos constrói, na imagem individual, de mudança, presente na força e no brio de ser assim, melhor, o melhor, simplesmente melhor.

Unidos, só assim podemos dizer o que pensamos fazer. Agora.
Sérgio Miguel Magalhães

comunicação : ordem dos arquitectos apresenta artigo de autor

“Desenhar por Palavras” por Sérgio Magalhães

Porto.
Candidatura Portugal . Porto 2017
Agência Europeia do Medicamento . European Medicines Agency EMA

“O Porto é mais do que um nome, mais do que um mero substantivo de uma cidade do norte de um país sul europeu. É um termo, uma designação de qualificação e singularidade, um novo adjectivo verbal.

É assim que eu vivo “o Porto”. Um desígnio vivo, superior a uma imparável renovação física de um local. É aqui que vivo, assisto e participo do florescer de novos costumes próprios, peculiares, sociais, uns locais, outros globais. Costumes não só de gente nova, ou velha, comum e incomum, mas assentes na verdadeira raiz de ser “à Porto”.

Essa raiz de onde, desde outros tempos, a boçalidade rural marcou forte a defesa de um território e onde espanhóis, franceses, ingleses e até outros portugueses nos disputaram pela razão de “ser porto”: essa raiz de ser, rude e crua. Esta arma que nunca foi uma lança e evoluiu.

O portuense, o forte, atingiu a calma que o permite ser desejado por todos, pela sorte de ser só “pelo porto”. Quem visita, seja turista, migrante ou local, é na forma como é acolhido, que se desprende de ser de onde vem para cair na paixão de ser “do Porto”.

A calma, esta nossa calma de mirante, do alto da torre, da encosta de rio ou do horizonte de mar não é causada por mais um edifício reabilitado, por mais um notável estrangeiro que visita, ou até pelas festas de todos, mas pela simples noção de renascer, de vez, mas como sempre.

Por isso, não é a reabilitação que caracteriza o Porto, é o renascimento que esta provoca desde si, em quem aqui vive e claro em quem a visita. O Porto é mais do que um porto pronto a receber, e a reabilitação urbana é em si pouco para descrever o acionamento desta cidade, destes costumes e destas gentes.

Enquanto reabilitar é material, este renascer é evoluir para a crítica do dogma na busca da próxima virtude, seja ela qual for Porto, e de partida para o futuro. Renascer como ser, como ponto notável de um território global e não mais limitados pelas encostas íngremes de outros momentos.”

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Publicação pela Ordem dos Arquitectos
Mensageiro – correio electronico semanal da OASRN
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et voilá – a (nova) cervejaria do norte

E inaugurou no dia 16 de Fevereiro a tão esperada #Fábrica de Cervejas Portuense , a mais recente indústria no centro do Porto, a casa-mãe da Nortada!

É o culminar de um projeto que envolveu valências como identidade, branding, comunicação, design de produto, arquitetura, interiores, mobiliário e web, um verdadeiro desafio que o #studium® abraçou com toda a dedicação e apostou todas as cartas, com o objetivo máximo de oferecer uma envolvente e única experiência cervejeira.

As texturas rudes, a materialidade tradicional do Porto, as cores da marca, o ambiente puramente industrial do piso -02 – que contamina todos os espaços até às águas furtadas e que ultrapassa os limites do edifício – emanam a fusão da alma portuense com um coração cervejeiro que acontece neste edifício dos finais do século XIX.

Como encerramento deste projeto tão complexo, que envolveu todos os membros da equipa e que gerou um volume imensurável de informação, o #studium® está já a partilhar uma publicação, dividida em #05 fascículos que sintetiza a multiplicidade de momentos que levam ao que podemos experienciar hoje. Tudo em versão online e em breve, impressa.

velejador e o mar

O campeonado mundial de #49er e 49er FX veio inaugurar em pleno as instalações reformuladas do Clube de Vela Atlântico. A capacidade de resposta do espaço foi levada ao extremo com uma adesão recorde de velejadores de todo o mundo ao evento, que teve lugar na Marina do Porto Atlântico de Leixões.

Staff e voluntários operaram nas áreas resevadas enquanto que o foyer e o mezanino acolheram jornalistas, participantes e visiantes, foram cenário de apresentações, reportagens e entrevistas, disponibilizaram suporte de incessantes informações e classificações, numa fervilhante apropriação do espaço que veio confirmar a capacidade de resposta das novas instalações.

De cara lavada e com uma linguagem contemporânea, o #Clube de Vela Atlântico foi o porto seguro neste campeonato de projeção internacional.

espiral de experiências

Uma imponente escadaria central e uma clarabóia tradicional, numa espiral que delicadamente se alonga e inicia na rua mais movimentada do país – é assim o coração de um projeto a tomar forma na Rua de Santa Catarina.

Aspeto da iluminação na Rua de Santa Catarina, destacando-se as extintas lojas Porfírios e a Meia D’Ouro, 1962.
Com a cadência desta imponente escadaria, vamos descobrindo uma sucessão de espaços que ora nos oferecem um contacto com todo o bulício urbano, ora nos presenteiam com vistas amplas, da cidade património #Porto .

Esta linha condutora leva-nos ao topo de um edifício cheio de história, permitindo desfrutar de um espaço irreverente e informal, onde o estar se funde com a refeição frugal, num contexto citadino requintado.