HBK Spectris Innovation Centre – Reportagem Fotográfica

Fotografia . Ivo Tavares Studio

Sérgio Miguel Magalhães, autor polímata studium
Catarina Rodrigues, diretora criativa studium

studium insights #01

Pergunta : “Quando falam e advogam a irrefutabilidade de uma qualquer questão, dão a entender que falam em absoluto. Queria saber se acreditam no absolutismo da vossa irrefutabilidade ou se lidam com absolutos?

alguém que visitou o studium

 

Quanto à tua pergunta, que de provocadora poderá ter somente a desconfiança perante o desconhecimento do tema, admito que estamos a falar exatamente da competência absoluta que qualquer tema de âmbito profissional deve ter.

Há bastante confusão, principalmente entre as profissões criativas, sobre o que pode ser considerado processo e no meu caso, considerando esse conjunto de práticas como um percurso colaborativo e de leitura binária entre duas entidades ( cliente – fornecedor ) não reconheço outra hipótese. Acredito no absolutismo da decisão, pois acredito na defesa de uma solução, ao invés da infinita possibilidade de mudança/insegurança no tempo de desenvolvimento de projeto – há que fechar processos e admitir responsabilidades nessa escolhas e decisões, sejam elas processuais e/ou criativas – e dependendo da forma como é construído o percurso na direção da solução, ele deve ser reconhecidamente irrefutável, e sempre independente do fator gosto.

Para terminar, os absolutos em arquitetura são a base de qualquer projeto. A técnica, o rigor, a disciplina ou a junção de todos estes fatores no termo profissionalismo, tem que ser absoluto. Só assim podemos assumir o processo de criação com a deriva, a investigação e o desenvolvimento profundamente crítico e inovador com a certeza do único resultado possível. Como não vivemos em estados quânticos de tempo e matéria não podemos assumir nada menos que a realidade do presente em que tomamos essas decisões.

 

Sérgio Miguel Magalhães . autor studium

o autor e “o que sou para vocês”

“O enlight desta sexta-feira é meu, marquei-o com o objetivo de nos reunirmos só para trocar algumas ideias com vocês, passar-vos alguns conceitos e esclarecimentos sobre aquilo que eu quero que vocês me dêem de volta.

 

Vocês repararam que eu estive ausente algum tempo, esse tempo usei-o de muitas formas e para suprir também algumas necessidades que eu tinha de saber usar melhor esse tempo e quando eu falo nisso, falo sempre em enquadrar-me nesta equipa onde nós trabalhamos e nos vemos todos os dias para desenvolver alguma coisa nova. E fez-me pensar exactamente que se eu não souber explicar corretamente o que é que eu sou, talvez seja difícil também para cada um explicar-se corretamente o que será perante mim. Então a melhor forma de nos posicionarmos uns com os outros é tomar iniciativa e explicar o que é que eu sou e por isso é que o título do enlight começa com “o que é que eu sou para vocês?”.

 

Então, eu dividi este enlight em cinco partes, vou surfar as cinco partes de forma contínua, não há nenhuma separação por capítulos, porque o que eu quero falar é desde o autor até às boas práticas, obviamente cruzando todos os mares que estão pelo meio sem nenhuma noção de sentido ou orientação.

 

Enquanto autor, o que é que eu sou para vocês?

 

Eu sou uma única palavra, eu sou um único fator, sou um único objetivo, eu sou um único ponto. Eu sou uma inspiração. Não há qualquer outra forma que eu tenha de me descrever perante vocês, perante aquilo que eu quero ser, que também é importante, perante aquilo que eu sinto ser o maior bem distribuído por todos que não essa inspiração. Por vários fatores : pela liberdade que tenho, pela maturidade que tenho, pela experiência que tenho, pela capacidade que tenho e por todas as competências que adquiri ao longo dos últimos anos da minha vida profissional. E é isso que eu sou para vocês.

 

Essa inspiração não é uma inspiração de nirvana, de consciência ou de enlightment. É uma inspiração diária — e eu vou surfar esses mares até chegar às boas práticas — é uma inspiração que permite que exista, sim, uma direção criativa, perfeitamente alinhada e em discurso direto com o autor de uma forma completamente unidirecional em que, na relação que eu e a Catarina criamos sobre o nosso desenvolvimento de trabalho, a vocês não vos compete sequer tentar perceber ou participar, nessa fase primária que tem a ver com aquilo que eu e a Catarina precisamos de pensar 20 anos à frente, 10 anos à frente, 02 dias à frente, o que quer que seja, tanto quanto pensar nos últimos 02 anos, 05 anos, 07 anos. E esta relação que vai a caminho dos 08 é incomparável, é insubstituível e é inqualificável em qualquer termo comparativo. Esta relação que eu tenho contigo, na perspetiva do autor e da direção criativa é a manifestação dessa inspiração.

 

É a partir daí que é descodificado tudo e que a Catarina, por mérito próprio, atinge o patamar de poder distribuir toda essa estratégia inspiracional, operacional, tendenciosa, aplicável a tudo. E não é a vocês, porque vocês não são autómatos, não são máquinas que se programam. É aos projetos, tanto quanto é ao expediente, tanto quanto é à exigência da vossa autonomia e vontade de participar. E é aqui que passamos para outro degrau que é : se na direção criativa esta relação é clara, a vossa relação também é clara, porque a minha relação com vocês também é clara. Mais claro do que isto eu não consigo ser. A partir daí tudo o resto que está criado neste ecossistema, seja no processo de decisão, seja no ecossistema de criação estão intrinsecamente ligados com esta primeira relação, estão intrinsecamente ligados com esta desmultiplicação para todas as equipas que estão a desenvolver projeto tanto quanto a estratégia que está a decorrer com a direção criativa. E esse ecossistema é sempre um processo de decisão.

Esse ecossistema de criação tem método e tem processo, tem rotina, tem supervisão, acompanhamento até — reparem no investimento que foi dado pelo estúdio ao x, ao perfil do Project Manager para que tudo isto possa ser mais claro ainda, o mais direto, o mais simples, o mais objetivo para que todos os dias possamos ter a correta noção do que é que se espera de nós. E o que se espera de nós é : foco, 100% foco, tanto quanto se espera descanso, 100% de descanso. E para isso existem sistemas, metodologias, processos, rotinas, sempre sempre à procura daquilo que é difícil encontrar lá fora e que os clientes nos pedem para fazer por eles. Tomar decisões, e o processo de decisão que existe entre mim e a Catarina de uma forma que não me interessa explicar, não é mística, não é segredo, mas é minha e da Catarina. Uma relação direta entre o autor e a direção criativa. Mas o processo de decisão que vai para o projeto ou que vai para a presentation ou para a publication está sempre única e exclusivamente com a Catarina.

 

E essa decisão final, a Catarina decide onde recolher a decisão individual que parte de vocês. O processo de decisão é claro. Ele é partilhado entre a direção criativa e cada membro individual da equipa. E a partir daí, quando ela está pronta para que eu possa continuar a servir de inspiração, ela é-me feita chegar e eu não me limito a dizer se gosto ou não gosto. Vocês já me conhecem, não é assim que eu trabalho. Quando me é dado um dado novo, eu processo-o em x parâmetros diferentes. Eu quero trabalhar ainda mais com vocês para garantirmos ainda melhor esse canal de comunicação à direção criativa. Perceberam isto? Isto para mim é muito importante. Que o processo da decisão seja o mais claro e direto possível a quem tem a responsabilidade de o aplicar, implementar, operacionalizar e até atualizar, acompanhar, supervisionar, às vezes suspender, saber quando voltar a ativar, perceber onde é que estão as análises de forte, fraco, ameaça, oportunidade, esses pontos que fazemos constantemente sobre uma decisão que tomamos, até na perspetiva de, eu vou à empresa x — só para parafrasear o sucesso de ontem — com duas decisões para tomar e meio investimento — como é que eu vou fazer isto acontecer? — quem toma essa decisão é a direção criativa, não são vocês. Mas a direção criativa sem vocês não existe. Vocês sem a direção criativa sentem-se perdidos e existem de uma forma individual e se não olharmos para desta forma colaborativa e desta água comum, não existe a palavra do ponto 04 que é muito importante, que é o ecossistema.

 

Não existindo o ecossistema, não há sistema. Não havendo ecologia nesse sistema, não há vida no sistema e se o sistema passa a ser inerte, morre. Não é nada disso. E é esta vida que às vezes nós temos vontade em criar estanqueidade para nós podermos ou tomar vigor nas nossas decisões ou então obter reconhecimento nas nossas decisões ou por qualquer razão pessoal, impôr a nossa decisão não pode ser feito de uma forma irresponsável, tem que ser feito nesta ecologia desta vida comum que temos aqui e que cria este ecossistema de criação. E por isso é que no final temos boas práticas. Há quem lhes chame regras, podeis chamar. Há quem lhes chame obrigações, podeis chamar. Há quem lhes chame tarefas, podeis chamar. Chamem-lhe o que vocês quiserem, no final chama-se sucesso. É esse sucesso que advém do profissionalismo, do rigor, da disciplina. Dessa entrega, dessa dedicação suprema a esse ecossistema de criação que está dentro do processo de decisão que tem como responsável a direção criativa e da qual a inspiração do autor faz parte integrante nós temos uma coisa chamada studium. E é esse o conjunto que me apetecia partilhar com vocês.

 

Sérgio Miguel Magalhães . autor studium

Série Purpose . Web Design . 2º Post

homepage (palavra inglesa, de home, casa + page, página) – geralmente é a primeira página de qualquer website apresentado aos utilizadores. É composta por 01 ou mais secções e tem como objetivo apresentar a temática do site. É uma das páginas mais importantes senão, mesmo a mais importante ao criar o primeiro impacto com o público, influenciando diretamente a opção de continuar ou não no site. É por isso vital que esta página seja alvo de atualizações e melhorias pontuais para responder de forma positiva ao seu público e objetivos.

Banner – Primeiro elemento visível ao aceder ao site studium. Tem o objetivo de transmitir o conceito de chave do estúdio.

Footer – Elemento essencial em qualquer website, regra geral está localizado como rodapé. A informação disponível nessa secção é geralmente : contactos, informações complementares, links úteis, políticas e condições do site. Deve ser uma secção de fácil acesso.

O objetivo é redesenhar os elementos acima descritos, inspirado na trend 2019/2020 . stupopium, reorganizar a informação, adicionar elementos/ações e apresentar elementos resultantes da exploração de novas abordagens e projetos comerciais.

Através da aplicação do nosso sistema metodológico é analisada a estrutura existente e pesquisada inspirações gráficas e boas práticas. A delimitação do toolkit através do desenho dos conteúdos para o banner, enquanto o departamento de web design consolida o desenvolvimento de wireframes a integração de elementos gráficos na homepage.

A intenção é proliferar e amplificar a trend stupopium através dos nosso canais de comunicação, sem abdicar dos fundamentos de acessibilidade e performance que aplicamos em todos os nosso projetos.

Wireframe do banner e footer site studium— Projeto Purpose WEB

Brian Oliveira . web designer

studium @ Porto Design Biennal 2019 – the last one!

Primeiro foram os IMPOSSIBLE METHODS depois as NEWS THAT WILL CHANGE THE WORLD até chegarmos ao último dos 03 workshops promovidos pela Porto Design Biennale : — MEANS OF PRODUCTION  com o tutor Ruben Pater ( Untold Stories )!

insight sobre a recolha de informação

 

Mais um espaço de debate, crítica e profunda análise sobre um tema de grande importância nos dias de hoje : o quê, quem e como se desenvolvem os processos de produção no design gráfico?

debate com Ruben Pater

 

 

 

 

As respostas serão materializadas na exposição que terá lugar ao longo da Bienal em 2019 🙂

 

Vejam as nossas cartas de motivação : Catarina / Sérgio

 

Catarina Rodrigues . diretora criativa studium

studium @ Porto Design Biennal 2019 – NEW!

Depois do primeiro workshop promovido pela PDB 2019 sobre IMPOSSIBLE METHODS, o studium segue para o segundo encontro do tema — DESIGN SYSTEMS com curadoria de Francisco Laranjo.

— NEWS THAT WILL CHANGE THE WORLD, workshop com tutoria de Belle Nuankhanit Phromchanya ( ACED ). Sérgio Miguel Magalhães ( autor polímata ) e Catarina Rodrigues ( diretora criativa ) participaram no evento que teve lugar entre 31 de maio e 02 de junho no Shared Institute, Porto.

Este workshop levou-nos a consolidar a pesquisa como grande mote para o desenvolvimento destes 03 dias de trabalho.

insight sobre a recolha de informação

 

Uma vez mais, apresentamos as cartas de motivação ( Catarina Rodrigues e Sérgio Magalhães ) bem como apresentações sobre os temas a desenvolver ao longo do workshop : ver aqui ( CR )  e aqui ( SM ).

 

folha de trabalho Catarina Rodrigues, diretora criativa studium

 

Sérgio Miguel Magalhães, autor studium

 

folha de trabalho Sérgio

 

Segue-se nova participação entre 20 e 22 de junho
— DESIGN SYSTEMS : workshop 3 MEANS OF PRODUCTION promovidos por Ruben Pater ( Untold Stories )

 

Catarina Rodrigues . diretora criativa studium

Série Purpose . Web Design . 1º Post

Purpose /ˈpəːpəs/ noun – why you do something or why something exists

Projeto dedicado ao aumento da exigência pessoal e profissional de cada área de intervenção do studium. Momento baseado na experimentação e investigação de abordagens profissionais. A posição disruptiva com o dia-a-dia profissional, aumentando o potencial crítico, convergindo num argumento final. São experiências aplicadas desde as ferramentas internas de trabalho do estúdio, através de ações imediatas e ações a longo prazo. O purpose tem o objetivo de testar e validar novos métodos e abordagens, um contributo nos projetos desenvolvidos e na cultura interna do estúdio.

notas de intenções — Projeto Purpose WEB — Brian Oliveira, web designer studium

 

Brian Oliveira . designer web

studium @ Porto Design Biennal 2019

É no panorama cultural portuense e nas ativações de novas formas de consolidar e evoluir o discurso criativo que o studium . creative studio afirma cada vez mais a sua capacidade crítica, uma caraterística que nasce desde o  mote do estúdio “an assertive blend of rigorous vision, passion and oddity”. A nossa forma de estar perante o contexto presente tanto quanto o contexto emergente.

 

— DESIGN SYSTEMS : workshop 01 IMPOSSIBLE METHODS promovidos por Luiza Prado e Pedro Oliveira ( A Parede ) no âmbito da 1ª Porto Design Biennale ( PDB2019 ) são disso exemplo. Sérgio Miguel Magalhães ( autor polímata ) e Catarina Rodrigues ( diretora criativa ) participaram no evento que teve lugar entre 10 e 12 de maio no Shared Institute, Porto com curadoria de Francisco Laranjo.

 

Sérgio Miguel Magalhães, autor studium

 

Desde as cartas de motivação de ambos ( Catarina Rodrigues e Sérgio Magalhães ) são explícitos os pressupostos críticos sobre o tema proposto : OS MÉTODOS IMPOSSÍVEIS. O workshop consolidou-se numa abordagem analítica, forense sobre aquilo que compreendemos como objeto de design bem como o seu contexto local, emocional — transversal ao percurso do objeto, desde a sua criação à produção, utilização, desgaste e fim. 

 

 

Catarina Rodrigues, diretora criativa studium

 

Segue-se nova participação entre 31 de maio e 02 de junho
— DESIGN SYSTEMS : workshop 2 NEWS THAT WILL CHANGE THE WORLD promovidos por Belle Nuankhanit Phromchanya ( ACED )

 

dossier resumo

 

estudo Sérgio

 

estudo Catarina

 

Catarina Rodrigues . diretora criativa studium

Arkipélago Cultural . Candidatura CRIATÓRIO

A presença do studium . creative studio na ativação da cidade do Porto é cada vez mais evidente. A minha ação, enquanto autor polímata é feita através de ferramentas de comunicação, curadoria, exposição, programação e participação ativa nos eventos propostos e promovidos por diferentes agentes culturais da cidade.

 

2019 é o ano de candidatura ao CRIATÓRIO — concurso anual de apoio à criação artística no Porto “cujo objetivo passa por contribuir para a consolidação da atividade de artistas e agentes culturais provenientes de múltiplas disciplinas artísticas, e que no Porto podem encontrar um contexto propício ao desenvolvimento da sua prática profissional”.

 

A proposta Arkipélago Cultural foca-se na ativação e sinalização do território e da paisagem ( as ilhas ), no cruzamento entre a geografia das memórias com os lugares das histórias ainda por contar; as do arquipélago bio-etnográfico¹ e do novo mapa ​indie​ cultural da cidade do Porto.

 

 

 

A minha proposta >>>>>> DOWNLOAD 

 

 

 

¹ ​A bio-etnografia do arquipélago portuense
Saiamos à rua. Num percurso típico de homem, mulher ou criança podemos descobrir os mais variados conceitos que irão para sempre influenciar, não só as nossas rotinas de reconhecimento do território como, acima de tudo, gerar as memórias dos lugares que nos marcam para sempre. Pela particularidade da sua personalidade, pela perspicácia ou pelo enquadramento especulativo/experimentalista, nós, seres, estaremos para sempre vinculados aos lugares ​bio-etnográficos ​que melhor representam o património cultural que acumulamos por escolha. Na rua, 03 entidades meramente representativas (o homem, a mulher e a criança) enfrentam a simbologia da cidade, essa que cada vez mais se alimenta de diferentes considerações materiais e imateriais através de discursos sociais e antropológicos potenciados pela experiência ​per se​. A fisicalidade dos símbolos assume que o reconhecimento é garantido, é obrigatório, é fulcral à sua conversão para o meio digital.

 

SELECTED for Future Architecture Platform

We are the future!
We are aware of our value and our innovation approach onto systems, architecture and methodological research.

studium’s the UNBUILT series is present @ Future Architecture Platform, as you can SEE HERE.


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