Oliveirinhas 23

O muro tem as aberturas que precisa.
Por fora, um tipo de habitação um pouco maior, mas dentro do que a cidade espera dela. Mas, no interior, o caso tem a mesma figura: um muro, por cada uma das casas, 03 portanto, a definir uma casa de cada vez. Porta, janela e um teto, como cobertura, aqui aberta de luz, num lanternim que lembra o Porto de sempre e a minha maneira de habitar. Uma narrativa funcional, feita da matéria que conta a história ainda por contar.

© Sérgio Miguel Magalhães

Esquema das escadas e entrada no edifício

O projeto Oliveirinhas 23 traduz-se num exercício de racionalização e otimização do espaço existente, através de um dos elementos menos prestigiados pela prática da arquitetura – o muro. A sua capacidade de gerar autonomia tanto quanto integração de pessoas, vivências e experiências fazem deste, um exercício de extrema importância.

Configuração e comportamento do muro

Sérgio Miguel Magalhães, autor polímata studium
Catarina Rodrigues, diretora criativa studium

Proudly Porto

Uma marca que representa a região e o orgulho das pessoas em pertencer ao Porto.
Somos orgulhosamente Porto.
Somos do Porto, com orgulho.

Procuramos criar uma relação de proximidade com aqueles que fazem do seu Porto, o Porto que todos conhecemos. Que permita expressar o seu orgulho pela cidade e por ser parte integrante da mesma. Que me permita associar a mim, ao meu projeto ou ao meu produto como orgulhosamente Porto.
O fazer à Porto e no Porto, que invariavelmente seria diferente de ser de qualquer outro local.

A identidade gráfica Proudly Porto é na verdade um sistema de logótipos que variam na forma mas partilham o mesmo conceito base: o de representação de pessoas/lugares.

São representações heráldicas, localizadoras, emblemas e identificadores. Assim, com o descritivo Proudly Porto como base, a forma assume diferentes expressões.
A tipografia é assumida como elemento unificador, que permite maior variação e liberdade na interpretação das formas, sem que a conexão à marca se perca.



O selo

A marca chancela, que carimba e representa a pertença a algo maior, intangível, que une as pessoas.

O selo/carimbo representa a afirmação de associação a algo. Permite também uma integração no seu interior de elementos externos ao logótipo.

Por ter uma representação circular, tem também uma dualidade na leitura: Proudly Porto / Porto Proudly.

© Aleksey Boev


A bandeira

A vontade em manifestar o seu orgulho, a pertença a algo maior, intangível, que une as pessoas.

A bandeira representa um grupo, um objetivo, um sentimento. Aqui procuramos invocar um sentimento não nacionalista, mas regional.

A bandeira funciona também como um call-to-arms, uma afirmação mais demarcada.

© Elia Clerici


O brasão

O brasão (ou escudo) na tradição europeia medieval, é um desenho especificamente criado com a finalidade de identificar indivíduos, famílias, cidades, regiões e nações.

Representa herança e orgulho nas raízes e na origem. Foi também sinal de prestígio. Originalmente destinados a premiar e distinguir actos de coragem e bravura efetuados por grandes cavaleiros, foram depois atribuídos também às famílias nobres.

© Nestlé


O name tag

O name tag (ou etiqueta de nome) é um crachá ou adesivo usado na roupa, como forma de exibir o nome da pessoa para que outros o vejam.

É instantaneamente reconhecível como tal e dá azo à personalização do objeto. Permite também uma integração de elementos externos ao logótipo.

© Jon Tyson

Open call Porto Design Biennale 2021

A leitura do tema “ALTER-REALIDADES” dedicada à colaboração com a bienal de design da cidade, que faz parte de nós é por si motivo para interpretar o significado do nosso próprio trabalho. Uma desapropriação do próprio estúdio

Participar pela crítica, pela ação, pela introspeção das práticas do design, que deixou para trás a pele da simbologia visual para se tornar num processo de revolução

Uma nuvem sombria, relativa e pronta a desnudar todas as dificuldades das crises ( sociais e culturais ) que contraem a participação coletiva. Dessa visão dantesca nascem em todos novas realidades, todas relacionadas e aptas ao ajuste a partir do momento da sua re-posição; à manipulação da ligação entre o visível e invisível, no domínio do imaterial somente apenso ao critério sugerido : pois assim é a estratégia mais simples, a que define o design com magnanimidade. Será esta a salvação para a introspecção, a ação, a liberdade, a comunicação e quem sabe, a partilha do agora… Do futuro, sei somente das realidades que gerei no passado, o do nosso presente.

studium

Sérgio Miguel Magalhães, autor polímata studium
Catarina Rodrigues, diretora criativa studium

studium @ Porto Design Biennal 2019 – the last one!

Primeiro foram os IMPOSSIBLE METHODS depois as NEWS THAT WILL CHANGE THE WORLD até chegarmos ao último dos 03 workshops promovidos pela Porto Design Biennale : — MEANS OF PRODUCTION  com o tutor Ruben Pater ( Untold Stories )!

insight sobre a recolha de informação

 

Mais um espaço de debate, crítica e profunda análise sobre um tema de grande importância nos dias de hoje : o quê, quem e como se desenvolvem os processos de produção no design gráfico?

debate com Ruben Pater

 

 

 

 

As respostas serão materializadas na exposição que terá lugar ao longo da Bienal em 2019 🙂

 

Vejam as nossas cartas de motivação : Catarina / Sérgio

 

Catarina Rodrigues . diretora criativa studium

studium @ Porto Design Biennal 2019 – NEW!

Depois do primeiro workshop promovido pela PDB 2019 sobre IMPOSSIBLE METHODS, o studium segue para o segundo encontro do tema — DESIGN SYSTEMS com curadoria de Francisco Laranjo.

— NEWS THAT WILL CHANGE THE WORLD, workshop com tutoria de Belle Nuankhanit Phromchanya ( ACED ). Sérgio Miguel Magalhães ( autor polímata ) e Catarina Rodrigues ( diretora criativa ) participaram no evento que teve lugar entre 31 de maio e 02 de junho no Shared Institute, Porto.

Este workshop levou-nos a consolidar a pesquisa como grande mote para o desenvolvimento destes 03 dias de trabalho.

insight sobre a recolha de informação

 

Uma vez mais, apresentamos as cartas de motivação ( Catarina Rodrigues e Sérgio Magalhães ) bem como apresentações sobre os temas a desenvolver ao longo do workshop : ver aqui ( CR )  e aqui ( SM ).

 

folha de trabalho Catarina Rodrigues, diretora criativa studium

 

Sérgio Miguel Magalhães, autor studium

 

folha de trabalho Sérgio

 

Segue-se nova participação entre 20 e 22 de junho
— DESIGN SYSTEMS : workshop 3 MEANS OF PRODUCTION promovidos por Ruben Pater ( Untold Stories )

 

Catarina Rodrigues . diretora criativa studium

studium @ Porto Design Biennal 2019

É no panorama cultural portuense e nas ativações de novas formas de consolidar e evoluir o discurso criativo que o studium . creative studio afirma cada vez mais a sua capacidade crítica, uma caraterística que nasce desde o  mote do estúdio “an assertive blend of rigorous vision, passion and oddity”. A nossa forma de estar perante o contexto presente tanto quanto o contexto emergente.

 

— DESIGN SYSTEMS : workshop 01 IMPOSSIBLE METHODS promovidos por Luiza Prado e Pedro Oliveira ( A Parede ) no âmbito da 1ª Porto Design Biennale ( PDB2019 ) são disso exemplo. Sérgio Miguel Magalhães ( autor polímata ) e Catarina Rodrigues ( diretora criativa ) participaram no evento que teve lugar entre 10 e 12 de maio no Shared Institute, Porto com curadoria de Francisco Laranjo.

 

Sérgio Miguel Magalhães, autor studium

 

Desde as cartas de motivação de ambos ( Catarina Rodrigues e Sérgio Magalhães ) são explícitos os pressupostos críticos sobre o tema proposto : OS MÉTODOS IMPOSSÍVEIS. O workshop consolidou-se numa abordagem analítica, forense sobre aquilo que compreendemos como objeto de design bem como o seu contexto local, emocional — transversal ao percurso do objeto, desde a sua criação à produção, utilização, desgaste e fim. 

 

 

Catarina Rodrigues, diretora criativa studium

 

Segue-se nova participação entre 31 de maio e 02 de junho
— DESIGN SYSTEMS : workshop 2 NEWS THAT WILL CHANGE THE WORLD promovidos por Belle Nuankhanit Phromchanya ( ACED )

 

dossier resumo

 

estudo Sérgio

 

estudo Catarina

 

Catarina Rodrigues . diretora criativa studium

Arkipélago Cultural . Candidatura CRIATÓRIO

A presença do studium . creative studio na ativação da cidade do Porto é cada vez mais evidente. A minha ação, enquanto autor polímata é feita através de ferramentas de comunicação, curadoria, exposição, programação e participação ativa nos eventos propostos e promovidos por diferentes agentes culturais da cidade.

 

2019 é o ano de candidatura ao CRIATÓRIO — concurso anual de apoio à criação artística no Porto “cujo objetivo passa por contribuir para a consolidação da atividade de artistas e agentes culturais provenientes de múltiplas disciplinas artísticas, e que no Porto podem encontrar um contexto propício ao desenvolvimento da sua prática profissional”.

 

A proposta Arkipélago Cultural foca-se na ativação e sinalização do território e da paisagem ( as ilhas ), no cruzamento entre a geografia das memórias com os lugares das histórias ainda por contar; as do arquipélago bio-etnográfico¹ e do novo mapa ​indie​ cultural da cidade do Porto.

 

 

 

A minha proposta >>>>>> DOWNLOAD 

 

 

 

¹ ​A bio-etnografia do arquipélago portuense
Saiamos à rua. Num percurso típico de homem, mulher ou criança podemos descobrir os mais variados conceitos que irão para sempre influenciar, não só as nossas rotinas de reconhecimento do território como, acima de tudo, gerar as memórias dos lugares que nos marcam para sempre. Pela particularidade da sua personalidade, pela perspicácia ou pelo enquadramento especulativo/experimentalista, nós, seres, estaremos para sempre vinculados aos lugares ​bio-etnográficos ​que melhor representam o património cultural que acumulamos por escolha. Na rua, 03 entidades meramente representativas (o homem, a mulher e a criança) enfrentam a simbologia da cidade, essa que cada vez mais se alimenta de diferentes considerações materiais e imateriais através de discursos sociais e antropológicos potenciados pela experiência ​per se​. A fisicalidade dos símbolos assume que o reconhecimento é garantido, é obrigatório, é fulcral à sua conversão para o meio digital.

 

studium @ poster mostra 2018 5/5

Uma a uma mostramos as nossas propostas para o Poster MOSTRA

TÍTULO
“portographic”

Pornografia. Quando a palavra se torna demasiado gráfica, recorremos ao ícone para suavizar. A bolinha vermelha infantiliza a conotação, a carga da palavra. O tabu. Mas as conotações fazemo-las nós, as relações entre símbolos e significados. A nossa mente cria e desfaz inuendos a seu belo prazer. O que acontece se explodirmos o símbolo? O símbolo, aquele símbolo tão redondinho, convida-nos, quase suplica ao nosso ouvido: Blow… me?
Tiago Nogueira

studium @ poster mostra 2018 4/5

Uma a uma mostramos as nossas propostas para o Poster MOSTRA

 

TÍTULO
“casa mão”

Casa mão. Porque cada vez mais a arquitectura se está a transformar num objeto.
Um modelo de habitação standard, passível de ser produzido em série e, dessa forma, responder às necessidades de habitação globais de forma rápida e económica.

Do ponto de vista formal, o contorno e proporções de uma mão aberta servem de base para o desenho da planta do edifício, garantindo a estabilidade de uma base canónica que sustenta as variações do modelo.
studium . Sérgio Miguel Magalhães

studium @ poster mostra 2018 3/5

Uma a uma mostramos as nossas propostas para o Poster MOSTRA

 
 

TÍTULO
“(in)submisso”

Veículo de comunicação em massa: o Poster. Propagador de identidades, marcas, dogmas, artes, vozes e protestos. Se for passível de ser comunicado, é passível de ser posterizado, disseminado e absorvido pelas massas – por uma sociedade nem sempre consciente de todas as realidades que a intersectam. O confronto dá-se no momento em que o Poster é transportado para a exposição exterior, em espaço público. Prevê-se a proteção do interlocutor, do visitante observador, a necessidade de criar uma redoma bloqueadora de ideologias, afinidades, expressões e visões fraturantes. No ato de enaltecer o Poster, arrisca-se a perda de uma parte vital da sua função: a de desestabilizar, desconfortar, de romper com o quotidiano do cidadão comum e com a indiferença da auto-absorção. Da reação à sequência de raciocínios acima descritos, surge esta submissão. Sedenta de provocar sem impor perspetivas ideológicas individuais sobre cada tema. Controlada, intencional, num equilíbrio ponderado entre o visualmente sugestivo e o textualmente explícito. O poster apresenta-se em primeiro plano com uma sequência de termos que negam ou neutralizam ideológica e fisicamente a figura central (assexuado, apolítico, etc). Esta remoção de conceitos fraturates à representação humana (o autor) entra em conflito com a forma como os termos são apresentados: crus, quase em conflito com o interlocutor. Constrangido por elementos gráficos vermelhos, que “invertem” o autor, são permitidos apenas breves vislumbres da sua figura, da sua humanidade forçadamente neutralizada. Conclui-se o poster com a frase “este é um poster perfeitamente seguro para consumo público”. Em segundo plano, quase como um disclaimer, fica esta sugestão de uma crítica, uma última provocação. O ciclo completa-se desta forma: na evocação dos temas que podem abalar o público sem ser necessário um confronto concreto.
Pedro Sequeira

studium @ poster mostra 2018 2/5

Uma a uma mostramos as nossas propostas para o Poster MOSTRA

 

TÍTULO
“uma rocha dançante chamada mulher”

O poster representa um texto escrito depois de ver a peça de dança da Pina Bausch sobre o tema de Tchaikovsky “Rites of Spring”. O contexto de pesquisa sobre dança contemporânea a propósito de um projeto em desenvolvimento fez-me pensar na complexidade e camadas de informação/interpretação que vivem dentro de um mensageiro corporal.
Formas anoréticas, formas de lenço, formas feitas de rochedo, formas de coração : lânguido de uma mulher a descobrir o que é, entre Humanos, também.
Graficamente, destaco o elemento chave que acompanha toda a peça : o objeto que identifica a Mulher, a maturidade feminina, o seu ganho e perda; a chegada à puberdade. Esta representação machucada (porque todos os Homens se magoam na descoberta de existência) é o ponto fulcral.
O texto completa a imagem central e, uma vez mais, somos levados à interpretação livre porque o conteúdo escrito é de difícil leitura. Há uma forma de destaque, uma forma que é misto de lenço vermelho com plástico, rochedo e coração; uma mistura de nobreza com desrespeito e vagabundice. Um misto de tudo. O destaque da expressão “formas anoréticas” “rochedo dançante” (como uma afirmação do significado da peça de dança, apenas compreensível a quem a vê, vejam por favor) indicia uma história estranha, dando aso a um poster clássico (pela composição) e difícil (pela composição amplificada de tensão, monstrificada, espelhada num eterno reflexo de continuidade).

DESCRIÇÃO DE ELEMENTOS

a cor
vermelho . a cor que surge com a chegada da mulher. cor de estranheza, cor de violência, cor de paixão

beje . calmo, pacífico, o início da cor da terra, do homem, da escuridão numa transição galvanizadora e poderosa

o gradiente
o gradiente representa uma transição entre significados, entre a paixão vermelha e a assunção da brutalidade indicada ao canto inferior direito

a rocha/o lenço/o saco
o elemento principal, a imagem de um saco plástico interpretado até se tornar numa pedra, dura; num rochedo, num antagonista da sensibilidade feminina

o frame
o frame é a mensagem, o frame é o mais dificil de ler pela posição contornada ao retângulo. o frame descrimina toda a imagética, explica todo o poster

a composição
simples, clássica, numa intenção de foco, centralizada no que mais quero mostrar : a mulher poderosa, a mulher renascida

o reflexo
esse eterno loop de crescimento e de continuidade, nasce um novo ciclo, uma nova rocha, uma nova mulher, mais suave, mais leve, mais anorética

o ruído
brutalidade, apenas e só o reforço da brutalidade, da criação e da destruição
awcat . Catarina Rodrigues

studium @ poster mostra 2018 1/5

Uma a uma mostramos as nossas propostas para o Poster MOSTRA

TÍTULO
“79º”

O poster fala do que é o autor, curador, crítico, criador de mentes e pessoas. O poster fala do que é a densidade traduzida numa forma humana, num Ser, humano; palpável, real e tão irreal também. Mesclas de azul e preto, numa manifestação de puro amor pelo que a vida permite, aprendendo também a dizer-lhe adeus, através de um eterno abraço de procura. Este the MONSTRUKTOR, este ser que se mostra em 03 elementos : a densidade catatónica do gradiente que nos eleva e leva para um fundo sem fim; a mensagem chave (“live learning how to die”) numa expressão máxima de presença, dor, angústia e tudo que de positivo nasce dela : a imortalidade; por fim o rodapé contextual, na sua caraterística única de : texto-espaço-ponto-espaço-texto, confirma como uma impressão digital quem sou, um Humano afinal, pelo menos por agora.

DESCRIÇÃO DOS ELEMENTOS

a cor
o azul cosmológico, a última etapa do negro no horizonte do evento
universal, a discussão entre a vida e a morte

o gradiente
a migração espaço-temporal, o Kronos efetivo, numa inclinação de 79
graus

a assinatura
a composição autoral, na assunção da idade e da forma como uma
legenda que permite a percepção do ser, vivo, descodificado, entre
todos os seres

a ilegibilidade
a recompensa, dada pelo foco, pela exigência da disponibilidade ao
observador

a entidade
a plataforma pela qual se acede ao conteúdo na obrigatória
responsabilidade de comunicar vida

os 79º
17.01
the MONSTRUKTOR . Sérgio Miguel Magalhães

studium identidade 04

Original photo by Kapil Dubey on Unsplash. Photoshopped for dramatic effect.

Times are changing at studium.

We’re revamping our communication to make it on social media. We’ve always neglected it, concerning ourselves more with doing than showing, but we realized we were missing out by not being more active on social media. So we decided to change that and do it right. Despite being a creative (and communication) studio, we didn’t communicate that much. In fact, we had never used our typeface (Titillium) for anything other than the logo itself. For our presentations and case studies, we relied on Helvetica, which was our primary typeface before the 3rd iteration of our logo took place, in 2016. Our website uses Roboto, adding yet another font to the mix.

This fall, we set ourselves the task of designing the 4th iteration of our identity, with the iron hand as the motto. You see, ever since studium became studium we defined that our logo wouldn’t be static. The only settle was the choice of the theme of the hand, the machine of the machines, the ultimate creator’s tool, as our representation. We are the hand and the hand is studium. We quickly recognized that a single hand, trapped in a single moment and action, wouldn’t be able to capture and represent all that we wanted it to be. We defined that, from times to times, as we grew, our logo should accompany that evolution — we call them iterations. It’s a constant process, as a child that grows older and becomes more aware of what’s around it. Always a new chapter in the book of the studio entity.

When we started this project, studium as an entity, was taking its first steps, introducing itself to the world. We were saying hello. A year later, after getting acquainted with our neighbours, it was time to show them how we work, betting on our tools, and how we make a project real. Then came the creative epitome, our way of thinking even before moving to our new tools. We wanted to highlight our thinking process and method. Now, we feel it’s time to make waves, to establish ourselves among peers and clients as a matured, unique, multidisciplinary studio.

We started tinkering with the iron hand and its representations, but as we progressed in our analysis and sketches, it became obvious that we were not looking for a logo as the end result of this 4th iteration. We defined that this iteration would be the motto for our revamped online communication. It would set the tone and all the guides. It would still result in a standards manual, just not one for a logo.

This iteration, the iron hand, is not about imposing ourselves in an authoritarian way, it’s about showing ourselves to the world and stir the creative pot.

For us to be able to do it, we needed a font that was open, communicative and flexible. Enter Work Sans. I fell in love with Wei Huang’s Work Sans a while ago, while browsing through Google Fonts, and it stuck in my mind. This was the perfect opportunity to let it shine. It’s a fun, open and positive typeface that speaks more directly to people than Titillium or Helvetica. This might count as design sacrilege and the feelings over here are still mixed, but I, for one, I’m glad to make the switch and bid farewell to Helvetica. Don’t get me wrong, I don’t hate it and — as every designer out there — I’ve used it in tons of stuff, but I feel that if every designer and their friend use it as the one true typeface in design, we only get this default and generic look on everything. Neutrality is useful or even needed sometimes, but we shouldn’t be afraid to use type as a visual device as well. Type has meaning and emotions too and we should use it to our advantage, to communicate more effectively and meaningfully.

A new exciting chapter is starting here at studium®. And to you, Helvetica, we bid you farewell.

comunicação : ordem dos arquitectos apresenta artigo de autor

“Desenhar por Palavras” por Sérgio Magalhães

Porto.
Candidatura Portugal . Porto 2017
Agência Europeia do Medicamento . European Medicines Agency EMA

“O Porto é mais do que um nome, mais do que um mero substantivo de uma cidade do norte de um país sul europeu. É um termo, uma designação de qualificação e singularidade, um novo adjectivo verbal.

É assim que eu vivo “o Porto”. Um desígnio vivo, superior a uma imparável renovação física de um local. É aqui que vivo, assisto e participo do florescer de novos costumes próprios, peculiares, sociais, uns locais, outros globais. Costumes não só de gente nova, ou velha, comum e incomum, mas assentes na verdadeira raiz de ser “à Porto”.

Essa raiz de onde, desde outros tempos, a boçalidade rural marcou forte a defesa de um território e onde espanhóis, franceses, ingleses e até outros portugueses nos disputaram pela razão de “ser porto”: essa raiz de ser, rude e crua. Esta arma que nunca foi uma lança e evoluiu.

O portuense, o forte, atingiu a calma que o permite ser desejado por todos, pela sorte de ser só “pelo porto”. Quem visita, seja turista, migrante ou local, é na forma como é acolhido, que se desprende de ser de onde vem para cair na paixão de ser “do Porto”.

A calma, esta nossa calma de mirante, do alto da torre, da encosta de rio ou do horizonte de mar não é causada por mais um edifício reabilitado, por mais um notável estrangeiro que visita, ou até pelas festas de todos, mas pela simples noção de renascer, de vez, mas como sempre.

Por isso, não é a reabilitação que caracteriza o Porto, é o renascimento que esta provoca desde si, em quem aqui vive e claro em quem a visita. O Porto é mais do que um porto pronto a receber, e a reabilitação urbana é em si pouco para descrever o acionamento desta cidade, destes costumes e destas gentes.

Enquanto reabilitar é material, este renascer é evoluir para a crítica do dogma na busca da próxima virtude, seja ela qual for Porto, e de partida para o futuro. Renascer como ser, como ponto notável de um território global e não mais limitados pelas encostas íngremes de outros momentos.”

Continue a ler aqui

Publicação pela Ordem dos Arquitectos
Mensageiro – correio electronico semanal da OASRN
Ver aqui

velejador e o mar

O campeonado mundial de #49er e 49er FX veio inaugurar em pleno as instalações reformuladas do Clube de Vela Atlântico. A capacidade de resposta do espaço foi levada ao extremo com uma adesão recorde de velejadores de todo o mundo ao evento, que teve lugar na Marina do Porto Atlântico de Leixões.

Staff e voluntários operaram nas áreas resevadas enquanto que o foyer e o mezanino acolheram jornalistas, participantes e visiantes, foram cenário de apresentações, reportagens e entrevistas, disponibilizaram suporte de incessantes informações e classificações, numa fervilhante apropriação do espaço que veio confirmar a capacidade de resposta das novas instalações.

De cara lavada e com uma linguagem contemporânea, o #Clube de Vela Atlântico foi o porto seguro neste campeonato de projeção internacional.