Madeira’s Collection

Madeira’s Collection

A vontade estratégica em aumentar a visibilidade da ilha da ​Madeira​, pela iniciativa dos imensos projetos que compõem o tecido empreendedor da comunidade madeirense, tem como responsabilidade a cuidadosa extensão da ​marca original e dos seus valores reconhecidos.

Esta é a altura certa de mostrar como o que é nosso é de facto valioso​. Esta é a altura certa para a iniciativa privada mostrar o seu valor, numa voz que deixa a surdina de lado e se assume como a grande perspectiva, a grande força promotora do que melhor há, nesta amada ilha madeirense.

A marca é uma coleção de também elas, ​marcas da Madeira​.
A ​curadoria​ posiciona notoriedade, da região e dos seus produtos.
A relação associada dos produtos materializa a ​atitude compulsiva do coleccionismo com um serviço regular, exemplar e ativador da proveniência.
Através de um ciclo de exportação de produtos e importação de interesses é desenhada uma​ ligação com o consumidor através da sua futura visita à ilha​.

A identidade personalizada pela sua referência ao folclore, às raízes estruturais da sua cultura.
São as flores, a posição geográfica, as cores e um coração simétrico que define, pela exceção a pertença, o ‘S.
A identidade que se multiplica nas variantes de quem agrega informação, seja ela a marca dos que fazem parte da coleção, sejam os produtos que simbolizam a Madeira.
Flexível, jovial, fresca, presente, característica, singular, animada. É assim a Madeira’s Collection.

by studium . creative studio

Euroshop 2020

FRICON Euroshop 2020. O studium desenvolveu o stand da FRICON para a Euroshop 2020, com o intuito de marcar uma nova era na comunicação da marca.

O momento foi o escolhido para o lançamento da nova linha de produto (CLS), peça central que serviu de mote para um nova abordagem ao stand de feira.

Um novo catálogo foi também desenhado, de acordo com a direção de arte definida para o stand.

O studium propôs um abordagem radicalmente diferente ao stand ao expôr apenas um produto como destaque – a linha CLS. Os restantes produtos estavam fixos na parede do stand, como um segundo momento, diferente, de exposição.

A direção de arte, inspirada na aurora boreal, contaminou o tanto desenvolvimento do stand e da sua cenografia, com o jogo de luzes e da membrana, como do catálogo desenvolvido.

FRICON Euroshop 2020.

studium . é o estúdio criativo focado na interpolação de áreas como arquitetura, design de comunicação e produto. Com base no Porto, é um espaço com uma forte componente criativa e autoral. É a casa do Sérgio Miguel Magalhães, uma das mentes mais proeminentes do nosso tempo, com múltiplos e originais projetos em arquitetura, design gráfico, design web, design de produto, fotografia e literatura. O Sérgio é também um ávido estruturalista, evoluindo constantemente a sua forma unificadora e específica de criação de conteúdo criativo a que chama de Sistema Metodológico.

 

O studium resulta da seleção e ambição de uma equipa profissional multidisciplinar e complementar que se dedica ao desenvolvimento de projetos focados no mote an assertive blend of rigorous vision, passion and oddity. Arquitetos e designers alinhados por uma metodologia e prática disciplinada, altamente competente num ambiente caracterizado pela constante crítica aos modelos tradicionais de fazer projeto.

O studium gerou base para dois projetos complementares, intrinsecamente ligados à visão interpolada da prática criativa :

AMMP – brand and management agency
e
PTMade – production house

Estes dois braços do studium são veículos de desenvolvimento especializado relacionados com a crítica a cada projeto e ao ecossistema de criação de conteúdo. Desta forma proporcionamos uma leitura completa dos sistemas de comunicação e de de produção criativa. Um processo completo, um ecossistema que unifica a estratégia, a crítica e o resultado.

Ampliação Sede

Proposta studium ao concurso para a ampliação da sede da Ordem dos Arquitectos – Secção Regional Sul.

No encontro entre a Lisboa contemporânea e a história da arquitetura neoclássica em Portugal existe uma confluência de estado de espírito, perceção e influência semiótica em perpétua relação.
Esta é uma noção mais ou menos explícita, mais ou menos marcada pela leitura individual de quem a vê, de quem a projeta e até de quem a utiliza. Uma apropriação destes espaços em plena função e que no contexto desta participação, merece ser legitimada publicamente, sem repúdio da sua origem e competência institucional.

Numa relação de proximidade estilística entre o arquiteto e o espaço público, encontramos vários exemplos de governança de elementos clássicos ( alguns deles também eles neo ) que reconhecemos na atual Ordem dos Arquitectos. O estudo destes exemplos de contexto local, permitiu uma análise dos signos, da estética e do resultado conjunto proposto a concurso.

A arquitetura que proponho não se ensina ou se aprende. Pratica-se num local e neste tempo que nem só de história vive, mas que se apresenta com uma lucidez que só os outros notáveis reconheceram como pontos de inflexão, reflexão e clara progressão. O contexto espacial é garantidamente funcional, um serviço único enquanto que o contexto de uso do espaço se torna figurativamente cosmológico e dimensional. Afirmo por isso uma linguagem e designação não binária, isto é, uma abordagem que não precisa ter nome ou contexto histórico, seja ele clássico ou contemporâneo, concreto ou abstrato. É assim, desta forma que defino as relações interior-exterior-interdimensional como uma dança e onde a prática funcional entre todos é diferente, pura e complementar.
A essência do programa proposto assenta na necessidade de gerar, desde o conjunto um novo espaço integrado num ambiente visual reconhecido, onde a descoberta se transforma em ação. Como um pólo magnético, o agora designado de Edifício Geral ( EG ) torna-se num ser único, onde a convivência entre múltiplas unidades programáticas e as suas circulações geram um ​loop contínuo de entradas, espaços públicos, lugares, permanências, observatórios ( sejam eles formação, cultura ou lazer ).
A personalidade re-equilibrada do edifício, enquanto marca da sua ativação patrimonial e potencial pedagógico, assume o ponto central da estratégia da intervenção. A marca não se dilui, ganha um fôlego inesperado, curado pela publicação e promoção da imagem institucional que incontornavelmente se deve manter.